<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532</id><updated>2011-06-08T03:25:59.226-03:00</updated><title type='text'>Três Cinéfilos em Conflito</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-110824574299406599</id><published>2005-02-12T20:00:00.000-02:00</published><updated>2005-02-12T20:02:22.996-02:00</updated><title type='text'>O Aviador.</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.popuniverse.blogger.com.br/aviador-poster02.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Martin Scorsese em toda sua, longa, carreira nunca recebeu um Oscar sequer. Inacreditável ver como ele foi injustiçado, perdendo para filmes, médiocres, como "Rocky-Um Lutador" e "Gente como a Gente" (isso só para citar alguns). "O Aviador" parece a súplica, de joelhos, de Scorsese para finalmente levar a estatueta dourada para a casa. Correm boatos de que ele nunca se conformou de não ter o careca dourado em casa e saiu amargurado da última premição em que concorreu, quando viu seu mediano "Gangues de NY" não levar nenhuma das 11 indicações pelas quais concorria. Agora, com seu épico sobre a vida do bilionário Howard Hughes arrebatando 11 indicações, parece que finalmente Scorsese leva. Ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cinebiografia de Howard Hughes (interpretado por Leonardo Di Caprio) começa com ele ainda jovem, nas produções de "Anjos do Inferno", o primeiro de uma série de filmes ambiciosos dirigidos por ele. Enquanto acompanhamos sua obessão por criar aviões cada vez mais rápidos, vemos também suas conquistas amorosas (uma extensa fila que inclui Katherine Hepburn e Ava Gardner) e sua transtorno-obessivo-compulsivo por limpeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de se admirar a evolução de atuação que tem Leonardo Di Caprio em relação a "Gangues de NY". Enquanto que na película anterior de Scorsese ele parece um jovem emburrado, aqui ele realmente personifica Hughes, dando-lhe personalidade e carregando o filme inteiro nas costas. Mas quem surpreende mesmo é Catte Blanchett numa caracterização assustadoramente perfeita de Kate Hepburne. O trejeitos, o jeito de andar e de olhar, está tudo perfeito. E há ótimos coadjuvantes como John C. Reilly; Allec Baldwin (este sim, ótimo); Alan Alda e vários outros bons atores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.popuniverse.blogger.com.br/aviador07.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A direção de Scorsese é segura, porém perde um pouco de ritmo pelo fim, quando entra todo aquele blábláblá de tribunal (que eu, pessoalmente, não gosto nem um pouco). Scorsese as vezes tenta ensaiar passos maiores, tentando mostrar um estilo de vida da época de ouro de Hollywood, mas acaba ficando apenas na intenção mesmo. A obsessão de Hughes chega a causar momentos de tensão quase que insuportáveis, o que acaba favorecendo pro lado de Scorsese que soube comandar bem tais cenas sem cair no exagero ou no cafona. Há algumas cenas que são coisas de Mestre (com maiúsculo mesmo); Hughes tocando em Hepburn e corta para ele deslizando a mão no avião, a cena em que ele diz "I am Howard Hughes, the aviator" (que traz, por sinal, um slow-motion totalmente desnecessário). São os pequenos toques de Scorsese que tornam esse filme grandioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, não dá pra deixar de dizer que o filme não é totalmente fiel a vida de Hughes. Sabe-se que o bilionário era homossexual ferrenho (na falta de outro termo melhor), que saia vestido de mulher a noite e que mantinha contatos com cafetões que lhes arranjavam garotos. Não seria idiotiçe dizer que o roteiro de John Logan esconde isso em pró de Hughes, tornando-o quase que um herói americano convencional, daqueles que superam todas as barreiras e obstáculos possíveis não fosse pelo TOC de nosso Aviador. Aliás, chega a fazer falta o último período da vida de Hughes, onde ele ficou encasulado em um quarto até esperar a morte, já que o filme termina na hora do vôo do Hércules, o ambicioso avião "gigante" de Hughes.&lt;br /&gt;Faz falta sim, mas não tira o brilho desta bela obra do mestre Scorsese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/QuatroEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;i&gt;The Aviator, Martin Scorsese, EUA, 2004&lt;/i&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-110824574299406599?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/110824574299406599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=110824574299406599' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/110824574299406599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/110824574299406599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2005/02/o-aviador.html' title='O Aviador.'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-110731170437355703</id><published>2005-02-01T20:49:00.000-02:00</published><updated>2005-02-02T00:56:11.936-02:00</updated><title type='text'>Restropectiva 2004: Os Piores</title><content type='html'>Pode-se dizer que o ano de 2004 foi um ano muito rico para o cinema. Nas salas nacionais passaram lindíssimos filmes, de diversos talentosos diretores. Tivemos as voltas aguardadas de Tarantino, Bertolucci, Von Trier, etc. Tivemos surpresas agradáveis. Tivemos filmes memoráveis. Mas em 2004 foi também, e infelizmente o ano dos filmes ruins, o ano com alguns dos piores filmes do mundo, provavelmente. Dito isso, hoje, vamos ao que na minha opinião foi o mais nojento e repugnante do ano que passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;RESTROPECTIVA 2004 - PARTE 1 - O PIOR DE 2004&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MENÇÕES (DES)HONROSAS...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. &lt;strong&gt;Casa da Areia e Névoa&lt;/strong&gt; (Vadim Perelman)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. &lt;strong&gt;Como Se Fosse a Primeira Vez&lt;/strong&gt; (Peter Segal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. &lt;strong&gt;Mulheres Perfeitas&lt;/strong&gt; (Frank Oz)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. &lt;strong&gt;Exorcista: O Início&lt;/strong&gt; (Renny Harlin)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. &lt;strong&gt;Mestre dos Mares: O Lado Distante do Mundo&lt;/strong&gt; (Peter Weir)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. &lt;strong&gt;A Janela Secreta&lt;/strong&gt; (David Koepp)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. &lt;strong&gt;A Vila&lt;/strong&gt; (M. Night Shyamalan)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. &lt;strong&gt;Em Nome de Deus&lt;/strong&gt; (Peter Mullan)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. &lt;strong&gt;Monster - Desejo Assassino&lt;/strong&gt; (Patty Jenkins)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. &lt;strong&gt;Encantadora de Baleias&lt;/strong&gt; (Niki Caro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;E AGORA... O TOP 10:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. &lt;strong&gt;Bridget Jones: No Limite da Razão&lt;/strong&gt; (Beeban Kidron)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/reason4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma comédia romântica convencional, com a mesma história de quero-mas-não-te-quero-mas-vou-te-querer, cheia de mensagens moralistas implícitas, música pop de cinco em cinco minutos, protagonista irritante (apesar da sempre boa atuação da Renne) e altamente banal e sem graça. Parece querer a todo custo ter o mesmo estilo de comédia dos irmãos Farrelly, mas esse não tem nem a metade da inventividade e acidez dos filmes da dupla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09. &lt;strong&gt;Todo Mundo Em Pânico 3&lt;/strong&gt; (David Zucker)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/Scary-Movie-3---2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma comédia do mesmo nível. Eu já não gostava dos dois primeiros, sempre achei um tanto quanto sem graça satirizar filmes que já eram umas sátiras. Essa continuação consegue ser pior que os outros dois filmes. Agora, tudo que já era detestável, escatológico, sem graça, asqueroso, babaca, nojento e bobo duplicou infinitas vezes. Não há o que gostar, não há de que rir. É um humor fácil e feito só para agradar quem está atento a cultura pop atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08. &lt;strong&gt;Starsky &amp; Hutch - Justiça em Dobro&lt;/strong&gt; (Todd Phillips)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/hutch3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desperdiçar um material já feito anteriormente é de uma incompetência criativa que resulta imperdoável. O filme de Todd Phillips, não é mais que mais uma previsível e intolerável comédia que, em suas ânsias por fazer rir, acaba se tornando uma experiência extremamente sofrida para o espectador: mostra uma infinita quantidade de piadas péssimas, situações constrangedoras, personagens irritantes (principalmente a mãe-policial de Starsky e o personagem de Snoop Dogg) e uma história inexistente, desnecessariamente comprida; tudo isso pra evidenciar a incapacidade humorística do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07. &lt;strong&gt;Efeito Borboleta&lt;/strong&gt; (Eric Bress &amp; J. Mackye Gruber)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/buteff2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ainda fosse um curta metragem e acabasse na primeira reviravolta, provavelmente seria um dos melhores filmes do ano. Além de acabar com um final bem amargo e misterioso, Ashton Kutcher ia me parecer um bom ator. Mas infelizmente o filme tem duas horas, infelizmente Aston Kutcher não atua bem e infelizmente o filme é bem ruim. Tudo começa a ficar ruim quando os bons se tornam maus e os maus se tornam bons. Um vai-e-vem besta, para ilustrar a lição bonitinha, mas ordinária "qualquer coisa que façamos hoje pode ter conseqüências catastróficas no futuro". E Ashton Kutcher ri, Ashton Kutcher chora; Ashton Kutcher fica de pé, Ashton Kutcher fica perneta; vira presidiário, etc. Versátil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06. &lt;strong&gt;O Sorriso de Mona Lisa&lt;/strong&gt; (Mike Newell)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/monalisa.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se decide se quer ser um filme-cult sobre Arte ou mais um teen movie como um American Pie de Época, mostrando as iniciações amorosas das garotas; e o triste é que não satisfaz em nenhum dos (sub) gêneros. Se no primeiro, não consegue sequer a esboçar suas teorias sobre a História da Arte; no segundo os diálogos são tão mortos, que nem parece que as adolescentes querem realmente amar, ou até viver. E é tudo tão torturantemente previsível, didático, vazio e datado que fica realmente difícil suportar o filme até o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05. &lt;strong&gt;Alien vs. Predador&lt;/strong&gt; (Paul W. S. Anderson)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/alienvspredador.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hahahaha. Se esse filme não fosse tão engraçado quanto é, provavelmente ele estaria bem mais abaixo. Paul Anderson é definitivamente um sujeito engraçado; babaca, mas engraçado, algo que me remete ao Ed Wood. Uma pena que o filme claramente não foi feito pra rir; é absurdo como Anderson investe num romance entre o inusitado herói (!) Predador e a mocinha com a maior seriedade do mundo, afinal o que vale não é a aparência; comovente no mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04. &lt;strong&gt;Olga&lt;/strong&gt; (Jayme Monjardim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/2004081903.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez até seja bem intencionado e feito com boa vontade. Mas não podemos perdoar uma biografia sofrível como essa. As incongruências do roteiro e das soluções narrativas, os diálogos que mais parecem recitados do que qualquer coisa, os closes excessivos e as atuações e personagens exagerados e caricatos remete-nos a estar a assistir uma novela muito ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03. &lt;strong&gt;A Paixão de Cristo&lt;/strong&gt; (Mel Gibson)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/cristo.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há por parte da narrativa uma intenção de situar o espectador não-religioso, sendo assim parece que Mel Gibson quer separar os que “podem ver o filme” dos que “não podem ver o filme”. O filme é tão doentiamente obcecado em indicar (de modo nada sutil) a culpa aos mortais (pelo quê, eu não sei), que fica bem complicado tirar alguma mensagem positiva que o filme supostamente tenta transmitir. A filmagem também não ajuda em nada, a utilização é tão absurda de slow-motions que fica difícil de dar alguma credibilidade ao filme. Soa meio como uma paródia, e se assumisse como tal, talvez as coisas poderiam ter sido bem melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02. &lt;strong&gt;Van Helsing - O Caçador de Monstros&lt;/strong&gt; (Stephen Sommers)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/vanhelsing.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema principal desse aí é a total negligência do diretor. Há tanta ação no filme que Sommers nunca introduz (tão pouco desenvolve) seus personagens adequadamente. Nem se preocupa em estabelecer os ambientes e situações suficientes para ajudar o sentimento compassivo para o espectador. E se pelo menos, as cenas de ação funcionassem a coisa ficaria mais digestiva, mas nem isso, esse filme-b de quinta categoria consegue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01. &lt;strong&gt;Ken Park&lt;/strong&gt; (Larry Clark &amp;amp; Edward Lachman)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/kenpark.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podia ser uma crítica contundente a juventude e a sociedade americana, podia ter um papel social e alertar sobre os problemas atuais, podia ser algo muito mais enriquecedor e interessante para o espectador. Mas não há de se esperar essas coisas num filme de Larry Clark, e esse como em qualquer filme de Larry Clark é repleto de pessimismo (não há uma gota sequer de humanismo), é seco, gratuito e nada sutil. A utilização do sexo explícito, as violações aos padrões morais e o choque barato são usados única e exclusivamente para criar polêmica e promover o filme. Espero ansiosamente que o chão engula Larry Clark.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PIOR DIRETOR:&lt;/strong&gt; Larry Clark, Ken Park&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PIOR ROTEIRO:&lt;/strong&gt; Olga&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PIOR ATOR:&lt;/strong&gt; Orlando Bloom, Tróia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PIOR ATRIZ:&lt;/strong&gt; Emmy Rossum, O Dia Depois de Amanhã&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-110731170437355703?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/110731170437355703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=110731170437355703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/110731170437355703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/110731170437355703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2005/02/restropectiva-2004-os-piores.html' title='Restropectiva 2004: Os Piores'/><author><name>Rudá Lemos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109772716842097671</id><published>2004-10-14T01:07:00.000-03:00</published><updated>2004-10-14T01:12:48.420-03:00</updated><title type='text'>A Magia do Cinema</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/227778.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Rever "Guerra nas Estrelas" passado vinte anos é revisitar um lugar em nossa mémoria. O épico espacial de George Lucas estabeleceu colônias em nossa imaginação, e fica difícil olhar para trás e vê-lo somente como um filme, pois é hoje, sem dúvida, parte das nossas lembranças. Ele é tão bobo quanto um conto infatil, tão supercial quanto os seriados de sábado á tarde, tão batido quanto o milho de Arkansas em agosto - e uma obra-prima. Aqueles que analisam sua filosofia o fazem desta forma e, quero crer, com um sorriso em mente. Que a força esteja com eles."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor resumo que eu já vi sobre a saga intergaláctica de George Lucas.&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Talvez tão, ou igualmente, necessário como o livro de &lt;a href="http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/hitchcocktruffaut.html"&gt;François Truffaut&lt;/a&gt; numa coleção de livros sobre cinema seja este do crítico Roger Ebert. Delicioso e bem escrito, uma maravilhosa viagem por 100 filmes. Não os melhores, mas os mais importantes.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109772716842097671?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109772716842097671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109772716842097671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109772716842097671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109772716842097671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/10/magia-do-cinema.html' title='A Magia do Cinema'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109754937684903550</id><published>2004-10-12T00:49:00.000-03:00</published><updated>2004-10-11T23:49:36.850-03:00</updated><title type='text'>Christopher Reeve</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/superman05.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109754937684903550?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109754937684903550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109754937684903550' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109754937684903550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109754937684903550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/10/christopher-reeve.html' title='Christopher Reeve'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109718704206334563</id><published>2004-10-07T19:10:00.000-03:00</published><updated>2004-10-07T19:11:36.520-03:00</updated><title type='text'>É AMANHÃ!!!</title><content type='html'>&lt;img height="300" src="http://www.amerika.blogger.com.br/kill-bill-2-09.jpg" width="427" /&gt;&lt;br /&gt;!!!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109718704206334563?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109718704206334563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109718704206334563' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109718704206334563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109718704206334563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/10/amanh.html' title='É AMANHÃ!!!'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109716075745925938</id><published>2004-10-07T11:50:00.000-03:00</published><updated>2004-10-07T12:12:10.723-03:00</updated><title type='text'>Trilogia Star Wars - Guerra nas Estrelas.</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/posterepisodio4.jpg" /&gt; &lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/posterepisodio5.jpg" /&gt; &lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/posterep6.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"A muito tempo atrás numa galáxia muito, muito distante..."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria forma mais clichê de começar um texto sobre "Star Wars" a não ser assim? Provavelmente não, mas ainda é o jeito mais legal (IMO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1977 o mundo do cinema estava sofrendo uma revolução. Já havíamos presenciado dois filmes sobre a família mafiosa mais famosa do mundo, Kubrick já havia ido ao espaço, Spielberg já havia ido as estradas, ao mar e em pouco tempo visitaria os céus. Foi nesse meio tempo, em 1977, que um cineasta que havia dirigido um filme sobre adolescente e uma ficção-científica com toques Orwellianos lançava seu mais ambioso projeto: "Star Wars".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma galáxia muito distante, o impiedoso imperador Darth Vader está preste a descobrir os planos da aliança rebel para destruir o Império Galáctico. A Princesa Léia (Carrie Fisher) envia dois andróides, R2-D2 e C-3PO, para o desértico planeta de Tatooine na esperança de poder contatar o velho jedi Obi Wan Kenobi (Alec Guinness) e ter alguma esperança. Quando os andróides chegam ao planeta, são comprados pelo jovem Luke Skywalker (Mark Hammil) que, juntamente com os robôs, parte na busca do velho Kenobi. Depois de achar o jedi, eles partem numa missão para encontrar Léia juntamente com o pirata espacial Han Solo (Harrison Ford) e seu companheiro, o Wookie Chewbacca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="WIDTH: 386px; HEIGHT: 295px" height="300" src="http://www.amerika.blogger.com.br/guerra-nas-estrelas05.jpg" width="402" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Star Wars" reúne alguns dos elementos narrativos mais típicos, mas não menos cativamentes. Temos ali o jovem inocente de ideais fortes (Luke), o velho sábio com poderes mágicos (Obi Wan), o amigo canalha (Han Solo), a mulher atrevida (Léia), o vilão inescrupuloso (Vader) e os alívios cômicos (C-3PO e R2-D2). Quando produzia o filme, a real inspiração de Lucas foi um antigo filme de Akira Kurosawa chamado "A Fortaleza Escondida". Nele, dois trabalhadores partem numa jornada juntamente com um general e uma princesa para um grande castelo. A história é contada sobre a ótica dos trabalhadores, que servem também de alívio cômico. Não é estranho dizer que Lucas realizou o filme sob os olhos dos dois robôs, que, como no filme de Kurosawa, servem alívio cômico. Além disso Lucas buscou grande inspiração na mitologia e em velhos seriados dos anos 30 e 40 para conseguir escrever sua epopéia espacial. "Star Wars", assim como "Indiana Jones", é uma homenagem matinê nos velhos tempos, só que passada no espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém esperava nada. Chegou de mansinho, com alguns trailers e cartazes e logo se tornou um verdadeiro rebuliço. Milhares de pessoas dobravam esquinas para conferir um dos maiores filmes já feitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até sua chegada aos cinemas ninguém botava real fé no projeto, apenas um chapa de Lucas chamado Cevem Spielberg. Spielberg disse para Lucas que ele lançasse o filme, pois ele iria ser um grande sucesso. E foi. "Star Wars" se tornou o filme mais visto no planeta até 1998, quando um certo navio chegou para destroar nossos amigos espaciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;imp src="http://www.amerika.blogger.com.br/Guerra-nas-Estrelas-Episodio-IV-Uma-Nova-Esperanca-8.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção de "Star Wars" foi marcada por uma série de problemas. A Fox pressionava Lucas mais e mais para que lançasse seu filme no prazo (que do natal de 1976 foi para o verão americano de 1977), a produção não se entendia (muito reclamavam e achavam que faziam um filme idiota e infantil), o orçamento estava nos limites, ninguém botava fé no trio de protagonistas, David Prowse (dono do corpo de Darth Vader) não admitia que Lucas trocasse sua voz pela de James Earl Jones (no ínicio Lucas cogitou Orson Welles!), a mídia e próprio Lucas (que acabou parando num hospital pelo elevado nível de stress), dava o filme como um fracasso certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio, mais precisamente no dia 25, tudo mudaria. "Star Wars" se tornou um fenômeno cultural de proporções avassaladoras. Não havia sido feito muito alarde sobre um filme que se passa no espaço e trazia, entre outras coisas bizarras, um cachorro gigante. Mas os fãs do gênero entraram em alvoroço. O filme, lançado em pouco mais de 30 salas, foi se expandindo e em todo lugar que era exibido era sucesso certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado certo tempo, a Fox começou a negociação para que a seqüência fosse realizada. Tudo aprovado, Lucas consegue financiamento e começa a trabalhar nos primeiros esboços do roteiro. Quase entrando em um colapso nervoso, Lucas decide não irá dirigir a segunda parte e convida Irvin Keshner para a direção. De imediato o diretor recusa, mas seu agente o obriga a assumir a direção da seqüência que ganharia a alcunha de melhor filme da saga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kershner era conhecido por dirigir filmes que dava ênfase aos personagens, a história, e era isso o que Lucas estava procurando, e havia encontrado. O roteiro, com história de Lucas e finalização de Lawrence Kasdan e Leigh Brackett, mostra (como o título evidentemente diz) o contra ataque do Império e quase mutilação das forças rebeldes. No meio disso, Luke inicia seu treinamento com o mestre Yoda para se tornar um mestre Jedi e assim poder derrotar o temível Darth Vader. Enquanto que Leia, Han Solo, Chewbacca e C-3PO voam para a distante cidade das nuvens para pedir ajuda a um velho amigo de Han, Lando Calrissian (que acaba por não se mostrar "tão" amigo assim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="WIDTH: 346px; HEIGHT: 291px" height="296" src="http://www.amerika.blogger.com.br/imperio-contra-ataca01.jpg" width="309" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de dar grande destaque aos personagens e suas relações, "O Império Contra-Ataca" também tem grande cenas de ação, tais como o duelo entre Luke e Vader, o campo de asteróides e a inesquecível batalha no gelado planeta de Hoth (que, em minha opinião, é a melhor de toda série). A piadinhas sarcásticas de Han deram lugar a um clima mais sério, de tragédia e conflitos, e o filme termina sem uma resolução, com um certo gosto amargo e com um fiapo de esperança (algo parecido com a segunda parte da saga de "Senhor dos Anéis", sem começo nem fim.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na produção do filme, Lucas novamente se envolve em problemas fiscais com os empréstimos, coisa que ameaça seriamente o andamento do projeto. A Lucasfilm quase entra na falência. Lucas acaba por fazer um contrato especial com o banco e, assim, poder levar as filmagens adiante. E como desgraça pouca é bobagem, a associação de diretores não permite que Lucas não ponha os créditos de sua equipe logo no começo (o que faria com que o famoso letreiro tivesse de ser retirado). Mais uma vez Lucas bate o pé, sai da associação de diretores e termina o filme de seu jeito. E mais problemas vem pela frente; a produção teve de ir para a Noruega filmar cenas no gelo, o que gerou mais custos e maiores dificuldades na hora da finalização dos efeitos. Em alguma cenas a produção do filme, após ter levantando uma montanha de gelo, teve de ficar dentro do hotel com os equipamentos e apenas Mark Hammil lá fora, interpretado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tudo estar pronto e finalizado, "O Império Contra-Ataca" é lançado em maio de 1980 e se torna um sucesso instantâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucas paga suas dívidas e parte para a terceira parte de sua saga. Originalmente, "O Retorno de Jedi" se chamaria "A Vingança de Jedi", mas poucos dias antes do lançamento, Lucas voltaria atrás e colocaria o título que hoje todos conhecemos devido a um pequeno fator: um Jedi não se vinga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair do sindicado dos diretores Lucas, que queria seu amigo Steven Spielberg na direção do último episódio, não pode realizar seu desejo devido a pequenos problemas com a organização e terminou por contratar o gaulês Richard Marquand para a direção. Marquand não tinha experiência com efeitos e muito menos com bons atores ou grandes produções, o que acabou por refletir numa queda de qualidade no produto final. Não é a toa que este é considerado o mais fraco de todos os episódios da saga interestelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="WIDTH: 395px; HEIGHT: 300px" height="300" src="http://www.amerika.blogger.com.br/retorno-de-jedi04.jpg" width="408" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após completar seu treinamento com Yoda, Luke retorna a base rebelde para que, com o auxilio de Han Solo e da Princesa Leia, possam de uma vez por todas destruir o império galáctico. Com roteiro de Lawrence Kasdan e o próprio George Lucas, "O Retorno de Jedi" opta por um tom mais alegre, o que não agradou a todos os fãs, e introduz os "mala sem alça" Ewoks, seres que vivem na lua de Endor e auxiliam os rebeldes na luta contra o império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o término de sua saga, Lucas ainda não havia se contentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após várias edições em vídeo, ele decide, em 1997, lançar a edição especial de "Star Wars", agora batizados de "Episodio IV-Uma Nova Esperança", "Episodio V-O Império Contra-Ataca" e "Episodio VI-O Retorno de Jedi" nos cinemas, em novas versões totalmente remasterizadas, redigitalizados e com novas cenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma delas acabou por gerar muita polêmica; a qual Han Solo e Greedo conversam na cantina de Alderaan. No original, Solo atiram em Greedo sem o menor aviso, reforçando sua personalidade sacana. Na nova edição, Greedo atira e Solo revida, mudando a personalidade do pirata espacial. O fãs xiaram e Lucas não estava nem ai. Ganância é isso ai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, depois de muito tempo na espera, finalmente somos presenteados com o box da trilogia Star Wars contendo os três filmes mais um disquinhos só de extras. O trabalho de redigitalização e remasterização é tecnicamente impecável, de longe uma dos melhores trabalhos que já vi. Mas é o disquinho de extras que merece um parágrafo à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/235728.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recheado com 4 documentários, vários spots e trailers e uma prévia do episódio III, o disquinho é excelente. Os documentários "Império dos Sonhos", extremamente detalhado e com 2hrs e 30 min é um universo à parte para os fãs, que com certeza irão delirar com detalhes e testes de cenas inéditos. Já o doc. "O Nascimento do Sabre de Luz" mostra a criação da arma mais famosa do cinema, desde seu estilo até o inconfundível som. O doc. "Os Personagens de Star Wars" é um tanto quanto vago e mostra a criação dos principais personagem. "O legado de Star Wars" mostra influência que a trilogia teve sobre os novos diretores (entre eles Peter Jackson e Ridley Scott).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses documentários, principalmente em "O Império dos Sonhos", muita coisa que aconteceu é omitida. Por exemplo, os problemas de Carrie Fisher com as drogas e seu relacionamento tempestuoso com Harrison Ford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, apesar de Lucas ter trocado o velhinho Sebastian Shaw por Hayden Christensen no final de "O Retorno de Jedi" e inserido algumas novas tomadas de planetas, vale a pena ter a coleção em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"May the force be with you"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Star Wars: Episódio 4 - Uma Nova Esperança&lt;/b&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/CincoEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;i&gt;Star Wars: Episode 4 - A New Hope, George Lucas, EUA, 1977&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Melhor:&lt;/b&gt; Criou uma nova forma de se fazer cinema na velha Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Pior:&lt;/b&gt; A ganância de George Lucas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Star Wars: Episódio 5 - O Império Contra-Ataca&lt;/b&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/CincoEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;i&gt;Star Wars: Episode 5 - The Empire Strikes Back, Irvin Kershner, EUA, 1980&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Melhor:&lt;/b&gt; Mostrou (juntamente com "O Poderoso Chefão Parte II") que a seqüência pode ser melhor. E a batalha de Hoth, é claro.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Pior:&lt;/b&gt; Ahn... nada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Star Wars: Episódio 6 - O Retorno de Jedi&lt;/b&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/TresEstrelas5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Melhor:&lt;/b&gt;A batalha final entre Darth Vader, o Imperador e Luke, além da batalha na estrela da morte.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Pior:&lt;/b&gt; A ganância de George Lucas. Ewoks!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Star Wars: Trilogia&lt;/b&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/CincoEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Melhor:&lt;/b&gt; Os documentários e prévia do episódio III.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Pior:&lt;/b&gt;...?&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109716075745925938?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109716075745925938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109716075745925938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109716075745925938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109716075745925938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/10/trilogia-star-wars-guerra-nas-estrelas.html' title='Trilogia Star Wars - Guerra nas Estrelas.'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109501404171318694</id><published>2004-09-12T14:50:00.000-03:00</published><updated>2004-09-12T15:34:01.713-03:00</updated><title type='text'>"A MOSCA DA CABEÇA BRANCA"</title><content type='html'>	&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/The Fly.jpg"&gt;&lt;br /&gt;        “A Mosca da Cabeça Branca” é o filme do qual eu falo hoje. O filme, de 1958 foi um dos primeiros grandes filmes do maior nome do terror no cinema, que ficaria bem famoso mesmo nos anos 60. O filme tem seus grandes momentos, em especial na parte final. Apesar de não se comparar aos grandes filmes de terror da época ainda assim é bem interessante de se ver. O principal problema do filme é que a história demora muita para começar. &lt;br /&gt;	O início mostra uma mulher ligando para seu cunhado (Vicent Price) dizendo que acabou de matar o marido. A primeira meia hora mostra apenas os acontecimentos após o assassinato, com a tentativa de descobrir o motivo e porque ela parece tão feliz com a morte do marido que amava tanto. Então começa o flashback. Mostra sua vida feliz numa grande casa com o marido cientista e o filho pequeno. O marido junto com o irmão são cientistas donos de uma fábrica, chamada Delambre, o nome da família. Seu marido lhe mostra uma nova invenção: Uma máquina de teletransporte que poderá revolucionar o mundo. Após saber que a primeira experiência com seres vivos (o gato da família) não deu certo, sua mulher lhe implora para que restrinja os experimentos a objetos. Até aí são mais meia hora e só na parte final, que a trama conhecida por todos vem à tona: Ele ao tentar se auto-transportar não viu uma mosca entrar na cabine e pegou algumas características da mosca, enquanto a mosca pegou alguma características dele, ficando com a tal cabeça branca. A solução seria ele e a mosca voltarem para a cabine e quem sabe voltar tudo ao normal. O problema é que não é muito fácil achar uma mosca em especial em um terreno tão grande. O filme se desenvolve muito bem e é bem melhor que a refilmagem de David Cronemberg, “A Mosca” de 86. Ao contrário deste, tudo é desenvolvido com a maior sutileza, sem nenhuma cena explícita. A cena final é fantástica, lembrando o final de um filme de Jack Arnold, “O Incrível Homem que Enconlheu”. &lt;br /&gt;	&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/Price Fly.jpg"&gt;&lt;br /&gt;        As atuações do filme não são nada perto de excelente, mas ninguém da vexame. Vicent Price viria a se tornar um ícone dos filmes de terror e aqui o melhor ator canastrão tem uma boa atuação, como David Hedison e Patricia Owens interpretando o canal principal. Kurt Newmann, em seu último trabalo, infelizmente teve falhas na direção, como ao não conseguir dar ritmo ao filme e algumas cenas mais dramáticas não bem realizadas (culpa também dos atores, único grande deslize deles). Mas no eletrizante final, acaba que da uma sensação se satisfação muito boa. Parte técnica, em especial a maquiagem e os efeitos especiais são ótimos apesar de pouco utilizados, o que é uma qualidade, já que não fica nada perto do apelativo, como era comum nos filmes de terror da época. É interessante notar, aliás que como esse aspecto trash é um dos mais “interessantes” para se rever dos filmes de terror dos anos 50 (como muito bem notou o fantástico filme “O Filme Mais Idiota do Mundo” – que não tem nada de idiota, tirando o título), muitos fãs atuais do gênero relegam esse filme a um segundo plano, o que não deveria acontecer.&lt;br /&gt;	Um filme que definitivamente deve ser visto pelos fãs do cinema e em especial do gênero terror. Mesmo se for apenas para comparar com as e as fraquíssimas continuações, “Return of the Fly” de 59, que mais parece refilmagem e “Curse of the Fly” (que não tem nada a ver com as moscas e sim sobre os descendentes de Delambre e as tentativas de teletransporte) e principalmente a fraca refilmagem de David Cronemberg, bastante nojenta e apelativa sem necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img  src="http://www.erudito.blogger.com.br/TresEstrelas5.gif"&gt; &lt;br /&gt;"A Mosca da Cabeça Branca" / "The Fly" (1958, EUA) de Kurt Newmann&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109501404171318694?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109501404171318694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109501404171318694' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109501404171318694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109501404171318694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/09/mosca-da-cabea-branca.html' title='&quot;A MOSCA DA CABEÇA BRANCA&quot;'/><author><name>Mateus Nagime</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03251096980006631785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109442710137538136</id><published>2004-09-05T20:30:00.000-03:00</published><updated>2004-09-05T20:35:44.423-03:00</updated><title type='text'>Contatos Imediatos do Terceiro Grau</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/contatos-imediatos-de-3-grau-poster01.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Estranhos fenômenos começam a aconteçer. Aviões desaperecidos repentinamente apareçem, navios naufragados são vistos no deserto e estranhas e fortes luzes são comentadas em todos os lugares. Roy Neary (Richard Dreyfuss) é mais uma dessas "vítimas". Ao procurar uma estrada, o carro de Neary para e começa a tremer, uma luz chegante cobre seu carro e uma imensa bola preta aparece no céu. E isso é só o começo de uma trama que envolve um estudioso francês (François Truffaut), o excército americano e o Pico do Diabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recém-saído do ultra-sucesso "Tubarão", Steven Spielberg queria mexer com um tema que o fascinava desde criança: os extraterrestres. E não seria a única vez, ele voltaria ao tema, com uma história mais familiar, com o clássico "ET- O Extraterrestre". Além, é claro, de inovar novamente com belos efeitos visuais (que invocam bastante o uso de luzes), que tem seu ápice na sequência final, quando a nave-mãe chega na base militar e famosa musiquinha é tocada pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois de mais um gigantesco sucesso, Spielberg não estava satisfeito com o resultado final e voltou com o elenco para rodar cenas adicionais e re-lançar o filme nos cinemas com cenas inéditas e uma nova duração. Ele faria a mesma coisa com seu outro sobre aquele et estranho que se hospeda na casa da pequenina Drew Barrymore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A direção de Spielberg é ótima, ele cria cenas ótima, tomadas geniais e, pelo menos uma, que deve ter servido de inspiração para M. Night Shyamalan em "Sinais". É quando Melinda Dillon (ótima) e seu filho estão em sua casa e é sentida a prensença dos et's atráves de passos no andar de cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/contatos-imediatos-de-3-grau06.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da já falada Dillon, Dreyfuss prova que só funciona sob a batuta de Spielby e entrega uma atuação cativante e engraçada. E a destacar o famoso diretor francês François Truffaut em seu primeiro papel do cinema americano, Truffaut exala empolgação na pele do professor Lacombe. O resto do elenco tem pouco a fazer, e cumpre o papel, e não tem maiores destaques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indo além do simples "cinemão", "Contatos Imediatos..." é um filme feito com amor, paixão, e, acima de tudo, competência. Provavelmente uma das melhores coisas que o diretor já fez, o filme é digno de se entrar no hall dos grandes do cinemão americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/CincoEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;i&gt;Close Encounters of the Third Kind, Steven Spielberg, EUA, 77&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109442710137538136?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109442710137538136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109442710137538136' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109442710137538136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109442710137538136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/09/contatos-imediatos-do-terceiro-grau.html' title='Contatos Imediatos do Terceiro Grau'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109417613832917596</id><published>2004-09-02T22:45:00.000-03:00</published><updated>2004-09-02T22:58:24.840-03:00</updated><title type='text'>TRILOGIA ALIEN</title><content type='html'>Dia 3 de Agosto, estréia nos cinemas brasileiros, Alien vs. Predador, filme em que trás os monstros de dois dos filmes mais assustadores de toda a história se enfrentando na Terra pela primeira vez e que para muitos é um dos piores já existentes, vide as críticas totalmente negativas que o filme vêm recebendo por onde passa; e antes que esse inusitado dia chegue, resolvi dar uma passada na locadora e alugar a inusitada trilogia Alien (procurando esquecer Aliens: A Ressurreição, que pouco me interessa rever) Alien: O Oitavo Passageiro (Ridley Scott), Aliens: O Resgate (James Cameron) e Alien 3 (David Fincher), para rever. Parece ser comum selecionar o filme de Cameron como o melhor do grupo, já eu acho O Oitavo Passageiro é claramente – ainda que não significativamente – o melhor do lote. Realmente, a única coisa que as três películas têm em comum é a continuidade da história; pois todas pertencem a gêneros diferentes. Alien: O Oitavo Passageiro é terror, Aliens: O Resgate é ação, e Alien 3 é uma mistura mal sucedida dos dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo a única entrada pura de terror na saga, Alien: O Oitavo Passageiro conta a história da tripulação da enorme aeronave Nostromo que investiga uma transmissão vinda de um planeta desolado, lá descobrem um ninho estranho de uma espécie desconhecida que vive em uma caverna e utiliza humanos como hospedeiros de seus ovos. Conduzidos pela tenente Ellen Ripley (Sigourney Weaver), o grupo, não só tenta desesperadamente sobreviver, como lutar pela sobrevivência da humanidade. Alien: O Oitavo Passageiro começa lindamente mostrando um Nostromo sombrio e enigmático. Com ajuda da câmera vemos de quarto a quarto, as dependências do local de modo inquieto. A atmosfera do filme é tão bem elaborada que faz com que sirva de diferença entre ele e suas continuações; o monstro funciona como uma “presença ausente”; sabemos que ele está lá em cada canto, em cada quarto, sentimos sua presença, mas nos parece despercebido durante grande parte do filme. Alien: O Oitavo Passageiro caracteriza-se também pela sua música perturbadora, mas não apenas em sua composição que é maravilhosamente orquestrada por Jerry Goldsmith, como também o som ambiente. Scott demonstra que está inteiramente ciente que o silêncio é o som mais mortal de todos; mistura a melodia claustrofóbica da trilha com ruídos e barulhos assustadores para criar um sentimento constante de medo. Enquanto os personagens são desenvolvidos de um em um – freqüentemente em horas bastante inesperadas – a direção mostra que nem tudo vai terminar muito bem. Em uma era em que o gênero de terror é dominado por slashers-teen-movies descartáveis com roteiros calculados, O Oitavo Passageiro fornece uma boa dose de puro terror autêntico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Aliens: O Resgate, após conseguir escapar do Nostromo, Ripley é encontrada viva flutuando sobre o espaço em uma cápsula de fuga. Já se passaram 57 anos e agora o planeta em que os aliens foram descobertos está colonizado. Quando o contato com esse planeta é perdido, uma operação militar é enviada para investigar, junto com Ripley que agora acompanha como uma informante (apesar de poucos acreditarem nela). As similaridades entre os dois filmes terminam a partir daí. Scott estava mais interessado com o medo, em assustar o espectador, claramente demonstrado pela frase de divulgação “No espaço, ninguém pode ouvir você gritar”. Cameron, entretanto, gosta de filmes exagerados: explosões exageradas (O Exterminador do Futuro), barcos exagerados (Titanic), exageros exagerados (True Lies) e até peixes exagerados (Piranha 2). Em Aliens: O Resgate, a coisa não é diferente, só que aqui são armas exageradas, e bota exageradas nisso. A versão Alien de Cameron é pura adrenalina, seja pelas armas ou pelos aliens esfomeados ou pelas batalhas espalhafatosas (mais uma vez o tagline acerta e exprime a essência do filme: “Desta vez, é guerra”), e felizmente, tudo deu muito certo. A ação está consistente desde que a equipe de salvamento chega ao planeta, e o roteiro está embalado ao ritmo frenético do filme. Cameron também passa pelo terror de Scott também, como na melhor cena do filme e talvez até a melhor de toda a trilogia, que ocorre em um quarto, onde Ripley e a garotinha botam pra fora do quarto um bebê alien que dorme ao lado. Aliens: O Resgate não consegue chegar a magnitude do original, mas suas batalhas e cenas de ação ininterruptas fazem dele um filme espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Alien 3 não consegue ser feliz. O filme que marca a estréia de David Fincher (Clube da Luta, Seven) - que é certamente um diretor competente - têm muito do estilo de seus filmes mais atuais, como sua câmera rodopiante de deixar qualquer um tonto; mas infelizmente, é um filme ruim e bem inferior a seus antecessores. Alien 3 produz com sucesso o divertimento, isso é inegável, mas nada mais que isso. Cai na armadilha da maioria das continuações, se demonstra ser vazio e com um roteiro limitadíssimo. O filme trabalha com o terror e a ação, mas nunca encontra o peso suficiente. Agora a tenente Ripley vai parar numa prisão de segurança máxima isolada de tudo e de todos, onde todos são assassinos e estupradores, lá o alienígena volta a atacar. É até interessante a relação entre o alien e a Ripley, mas nada no filme é explorado o suficiente. Ao final da projeção tomamos uma dose amarga de decepção, Fincher utiliza seus truques de câmera (que são bem bacanas, até) para tampar os buracos deixados pelo roteiro inconseqüente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, o saldo da brincadeira é positivo. O desempenho de Sigourney Weaver nos três filmes é brilhante, há uma total devoção da parte dela em fazer um personagem forte, sensível e sensual ao mesmo tempo. Os dois primeiros filmes estão de parabéns, pois conseguiram não só a adoração do público e da critica, como também viraram um marco na história de filmes daquelas criaturas extraterrenas cabeçudas e verdes que tanto nos fascinam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/aliendaewoo.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/CincoEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Alien, Ridley Scott, 1979)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/rudalien.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/QuatroEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Aliens, James Cameron, 1986)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/daewooalienado.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/UmaEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Alien 3, David Fincher, 1992)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109417613832917596?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109417613832917596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109417613832917596' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109417613832917596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109417613832917596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/09/trilogia-alien.html' title='TRILOGIA ALIEN'/><author><name>Rudá Lemos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109379764041345915</id><published>2004-08-29T13:32:00.000-03:00</published><updated>2004-08-29T13:40:40.413-03:00</updated><title type='text'>Três Cinéfilos em Conflito sobre AMNÉSIA</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/memento01.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Boa noite, senhores e senhoras, estaremos de semana em semana a partir de hoje, debatendo um filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Qual é o filme de hoje mesmo? Estou com uma leve amnésia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;HAHAHAHA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Tosco, Mateus, muito tosco. O filme de hoje é a maravilha AMNÉSIA, de Christopher Nolan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Maravilha que engana trouxas que é uma beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Trouxas? Enganação? Ahn? O filme enganou no quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Sim. Ele engana o espectador usando a edição. "21 Gramas" também fez isso, mas tinha um roteiro melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Engana todo mundo que pensou que aquilo era bom, quando estavam na frente de um policial mediocre. Amnésia é o típico filme independente americano com astros que querem mostrar que sabem atuar e inteiramente jogado em cima de sua edição (hoje em dia datadíssima). A força dele está apenas na edição, se você pegar o dvd e ver ele na cronologia normal, ele vira mais um medíocre policial. E é isso o ruim, já que ele é apontado por muitos como original e coisa e tal, deveria ser original então em qualquer tipo de edição, do meio pro fim, do começo pro fim, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Com certeza, Gustavo. O filme é muito inovador nesse tipo de edição, mas tem muitas falhas e acho que esconde o roteiro. Alias, nem é tão inovador assim, até porque um episódio de "Seinfeld" foi assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;"Seinfeld" tem melhores diálogos, ainda por cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Então eu fui enganado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Infelizmente, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Ele pode ter te enganado, a mim não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, você vai perceber que ele te enganou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Não entendo porque "enganação". O filme em nenhum momento diz que é bom, não tem porque ser enganado. Se o diretor dissesse "o meu filme é foda, eu sou deus", ai sim, seria uma enganação pra quem não gostou. Mas eu não vi nenhuma declaração do Nolan dizendo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Era só isso que faltava o Nolan dizer mesmo, depois de tantas pessoas praticamente chuparem o pau dele depois de verem o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Mas não é o diretor que fala isso e sim o fã. Como o que ocorre com o Tarantino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Ele tem culpa se a maioria gostou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Não, mas depois disso elevaram tanto a moral dele que duvido que por alguns meses ele não se sentia Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Esqueci que você fala com ele pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Ah cara, se te idolatrassem você não se sentiria o maioral? Isso é coisa do ser humano, cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Talvez sim, talvez não. Depende da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Eu posso estar enganado, pois não vejo o filme faz uns 3 anos, mas pelo que me lembro, fica claro que o passado do protagonista e os outros personagens não são bem explorados e o roteiro não tem nada de novo. Aliás, daewoo, porque você gostou tanto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;O roteiro é excelente, a direção é segura, tem um ótimo clima de suspense, os personagens são muito bem desenvolvidos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Se a direção fosse tão segura, acho que não precisaria daquela edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Ahn? Por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Porque se a direção fosse realmente boa, não precisaria desses recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Sim. Eu acho que ele foi filmado em ordem cronologica normal mas ai viram que tava tão ruim, que a história policial era a mesma dos outros filmes e tinha tantas falhas que resolveram por uma "embalagem" melhor, criar um clima de novidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Tá explicado então porque você viu o filme a mais de três anos. A ordem atemporal não serve inicialmente para dar um clima de novidade (ainda que dê). Aquilo serve para que o espectador tenha a mesma visão do protagonista, ficamos, assim como ele, sem saber o que aconteceu e isso, meus caros, é genial, assumem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS:&lt;br /&gt;Mas sabemos o que aconteceu no futuro. E ele não sabe o que aconteceu no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Isso é verdade, mas aí é que tá. Temos em tão que recorrer a nossa mémoria e lembrar dos fatos passados (que no filme são fatos futuros), dando maior dinâmica filme/espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Mas isso prova que o roteiro não soube trabalhar bem o problema do protagonista. Se ele tivesse tratado bem não precisaria da edição para nos fazer "sentir" o protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Acho que a inteção foi boa, mas a prática foi ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Ruim? Teria maneira melhor do que aqulela? Como seria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Não dá pra salvar o filme do roteiro medíocre dele. Se tivesse um roteiro melhor, dai acho que teriamos uma luz. Mas o roteiro é uma desgraça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Argumentos, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;É batido, mal escrito e Nolan ainda conduz isso ai tudo mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;É muito mal escrito, cheio de buracos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Eu achei o roteiro ótimo, não vi nada de batido, nunca tinha visto uma maneira tão diferente de contar um tema batido que é a vingança, os diálogos são brilhantes (são maravilhosas as indagações do Leonard).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Nada disso, é muito mal escrito, eu nem me importava pro protagonista, alias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Bah! Vocês são fodas hein.&lt;br /&gt;Sobre as atuações o que vocês acharam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Eu achei que os coadjuvantes se destacam, apesar do Guy Pierce estar bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;O Pierce tá bem, mas quem rouba a cena é o Joe Pantoliano, o melhor em cena. A Anne-Moss que tá meio fraca, mas acima do nivel de suas outras (péssimas) atuações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;É verdade, a Anne-Moss ainda não deu uma boa atuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;A Ann-Moss achei muito boa. Cumpriu o que a personagem pedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Achei ela muito contida e pouco a vontade no personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Tem umas cenas que eu acho ela se perde um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;As atuações no geral, são boas. O que estraga são os personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Eu acho que os personagens são até bacanas, mas as características deles são um pouco batidas e o jeito como eles foram concebidos são altamente clichê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Sim, eles não são bem explorados. O passado do Leonard, por exemplo, é mal explicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Sinceramente, eu não senti falta de uma exploração maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;São os mesmo de sempe, há a mulher que não é o que parece (tem coisa mais velha do que isso?), há o amigo falso, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Desse jeito então, ter um mocinho e um vilão num filme faz dele clichê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Não, mas depende do jeito que eles são construídos, por isso que eu digo que o roteiro estraga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Eu achei eles muito bem desenvolvidos. O Leonard principalmente, eu me importava com ele, torcia por ele, acreditava nele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Acredito que isso tenha mais a ver com o carisma do ator, como ele é interpretado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Carisma do ator?????? Nhan, isso não funciona comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Bem, comigo funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Não funciona comigo também não e se isso funcionar é pela atuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Mesmo assim. Eu não consegui me importar com ele, se ele iria descobrir o assassino ou não, tava pouco me importando. Acho que por causa da história que não me convenceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Também não me convenceu em nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Vocês são insensíveis. Eu torcia muito pela sua vingança, muito mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Eu não. Eu tava até mais interessado na personagem da Ann-Moss pra falar a verdade. Alias, achei os coadjuvantes melhores explorados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Sim, os personagens coadjuvantes são melhores. O que não significa que são bons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;E achei o Leonard mais desenvolvido até porque logo no início sabemos dos objetivos dele e temos mais tempo de conhece-lo melhor do que os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Se pelo menos pudessemos entende-lo melhor... Mas o roteiro não dá chance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;O que tinha pra entender? Era um cara que queria se vingar da esposa morta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Isso tem todo dia na rocinha, é só ver o cidade alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Mas não da forma como o Nolan conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Do modo como a edição conta né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Também. Só que mais pelo Nolan do que pela edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Tem alguma coisa que você não gostou do filme?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Sim. Vendo ele pela segunda e terceira vez dá uma inquetação, uma ansiosidade, uma vontade de ver o filme logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Realmente, dá uma inquetação enorme. Porque é ruim! Hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;HAHAHAHA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Não por ele ser ruim, mas por já ser conhecido o final. Eu também não gostei que o filme deixa as coisas muito mastigadinhas e de facíl assimilação, para isso o filme dá mil explicações e algumas delas bem desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Muito desnecessárias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;E vocês, não gostaram de NADA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Eu achei o elenco bom, o roteiro tem alguns momentos, assim como a direção e a fotografia é boa. Gostei da cena em que o Leonard vai na casa da Natalie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWO&lt;br /&gt;E do final?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;O final é bem legal também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;E você, Mateus? Que cena gostaste?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Não tenho nenhuma cena que ficou em minha lembrança não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Reveja o filme, Mateus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Mas não é por causa disso e sim porque não tem nenhuma cena de destaque mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Nem o final?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Nem. Não gostei daquele final, é um típico Anti-Hitchcock, enganador de público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Ahhh, fala sério, Mateus... Deve ter enganado a sebosa da sua mãe, a mim não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Ok, você tá merecendo: Vai tomar no **.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Ui! Tá nervosinha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Nervosinha é o caralho! Seu idiota que não sabe nada sobre cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;O daewoo é um dos maiores trouxas já existentes.. Gostou de Amnésia, piffff!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Vocês que são trouxas, fingem que não gostam de Amnésia, quando na verdade amam, mas só para serem diferentes tem que finger que não gosta de um filme que 99% das pessoas gostam. Babacas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Você que finge que ama o filme, mas na verdade odiou... Pode falar, ninguém vai te culpar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;É impossível não gostar de Amnésia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Sim, no seu mundo também é impossivel não gostar do Marcos Palmeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Intervalo, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(depois de 10 minutos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Estão mais calminhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Não começa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUSTAVO&lt;br /&gt;Vamos logo para as considerações finais sobre Amnésia: basicamente é um filme com um roteiro medíocre que se apoia em sua edição (que até é original, se tratando de usar a visão do personagem) e com um elenco bom. A direção de Nolan é fraca, a fotografia boa... No final das contas, se mostra um policial bem ordinário. Nota entre 3,5 e 4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATEUS&lt;br /&gt;Hummm... Filme normal com algumas falhas, que usa a edição para tapar os buracos do roteiro e tentar nos fazer perceber o que o personagem vive. Consegue até em certo ponto, mas não ajuda muito. Atuações medianas, alguns bons (Guy Pierce e Joe Pantaliano) mas nada que salve. Bastante pretencioso, o filme não leva a nada com um fim frustante e meio ridículo. Nota 2,5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAEWOO&lt;br /&gt;Você tem sérios problemas na cabeça, Mateus, sérios problemas!&lt;br /&gt;Bem, Amnésia é um filme muito bem dirigido por Christopher Nolan, que consegue fazer genuínas cenas de ação e suspense. O maior mérito do filme é sem dúvida sua cronologia inversa, que funciona (além de um recurso esteticamente divertido) como parte integrante de sua narrativa (ao contrario de bobagens como 21 Gramas, e etc). Essa ordem inversa cria dúvidas e mistérios, dando maior impacto ao filme, e ainda, fazendo o espectador sentir na pele as mesmas dúvidas sobre o passado recente do protagonista (apesar de terem a vantagem de saber do futuro), dando assim, maior envolvimento e maior carisma ao protagonista (muito bem elaborado, por sinal), já que desse modo sabemos melhor das suas motivações e limitações em busca de seu objetivo. Ainda que superficialmente, o filme tras algumas reflexões bastantes admiráveis sobre a felicidade humana e o sentido da vida. E o final (ou inicio, como queiram) é genial e inesperado. E o Mateus e o Gustavo são dois manés que fingem não gostar de Amnésia, etc. Nota 8.&lt;br /&gt;Conclusão do debate: Eu venci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/vencedor.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: COMENTEM E DEIXEM SUGESTÕES DE FILMES PARA OUTROS DEBATES!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109379764041345915?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109379764041345915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109379764041345915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109379764041345915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109379764041345915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/trs-cinfilos-em-conflito-sobre-amnsia.html' title='Três Cinéfilos em Conflito sobre AMNÉSIA'/><author><name>Rudá Lemos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109328754652268419</id><published>2004-08-23T15:44:00.000-03:00</published><updated>2004-08-23T15:59:06.523-03:00</updated><title type='text'>TIROS NA BROADWAY</title><content type='html'>	&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/Tiros na Broadway.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Woody Allen sempre gostou de trabalhar com musas. Nos anos 70 fez 5 obras-primas seguidas com Diane Keaton (incluindo “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” que deu Oscar de atriz para ela). Depois do fim da relação entre os dois em 79 continuaram amigos mas Allen foi procurar outra atriz para seus filmes. Não demorou muito, já com “Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão” de 82 ele conheceu Mia Farrow com quem acabou se casando e dirigindo 12 filmes para ela até “Maridos e Esposas” de 93, outro rompimento visível e bem mais dramático. Neste filme eles interpretam um casal que está se separando refletindo a vida real. Logo depois em 93 ainda ele voltou à trabalhar com sua atriz habitual Diane Keaton na fantástica comédia “Um Misterioso Assassinato em Manhattan”. O único filme feito entre a “troca de musas” foi “Memórias” de 80 a lá Fellini Oito e Meio. Ou seja por mais de 20 anos ele sempre teve sua musa nos filmes, alguém para escrever os grandes papéis nos seus brilhantes roteiros. Mas de repente quando se preparava para seu novo projeto veio a dúvida de Allen: Quem vai ser a nova atriz principal de seu novo filme, “Tiros na Broadway” / “Bullets Over Broadway”?&lt;br /&gt;	Parecia uma escolha óbvia, o nome Diane Wiest. Afinal ela já tinha participado de filmes com Allen, como “A Era do Rádio”, “Setembro” e “Hannah e suas Irmãs” pelo qual ganhou o Oscar de Atriz Coadjuvante. Ainda assim Allen parecia indeciso. Talvez a briga com Mia e o fato de não contar com Keaton tinha sido forte demais. Prova disso é que este é um dos primeiros filmes de Allen em que não se tem uma atriz principal, dividindo a cena com o personagem principal (geralmente o próprio Allen). O máximo é o personagem de Diane mas obviamente o personagem de Cusack é o principal. E principalmente pelo fato de que mesmo com a performance brilhante de Diane vencendo o Oscar de atriz coadjuvante, seu segundo prêmio e segundo sob direção de Allen eles não voltariam a fazer filmes. E Allen ficaria a procurar sua mais nova musa, passando por Mira Sorvino (que ganhou Oscar de coadjuvante), Goldie Hawn até Judy Davis e Helen Hunt.&lt;br /&gt;	Diane Wiest é considerada por muitos como a “terceira atriz” de Woody. No topo estão lado a lado Diane e Mia até porque talvez para evitar comparações, os filmes da década de 80, estrelados por Mia fogem do estilo de comédia que ele fez com Keaton no começo dos anos 70 e não se podem comparar os filmes afinal as fitas da primeira fase como “Noivo Neurótico e Noiva Nervosa”, “Manhattan” são completamente diferentes de “Zelig” e “A Rosa Pùrpura do Cairo”. Depois Wiest sempre teve papéis importantes nos filmes de Allen. Tudo isso culminou com “Tiros na Broadway” em que finalmente interpretou o papel principal feminino apesar de não ter o mesmo destaque de papeis das duas musas anteriores. Mas ela certamente tem a melhor atuação no filme!&lt;br /&gt;	“Tiros na Broadway” não tem Allen no elenco. O personagem principal Davud Shayne então é interpretado por John Cusack em sua melhor interpretação até então. Ele é um escritor de dois fracassos na Broadway dos anos 20 que ganha a chance de dirigir sua primeira peça. Mas pelo fato das peças não serem muito comerciais ele tem de aceitar uma condição para que a peça seja produzida. A namorada (Jeniffer Tilly) de um gangster (Tony Sirico) tem de ser a atriz principal. E o problema está formado. Nos ensaios ela está sempre acompanhada pelo guarda-costas Cheech (Chazz Palminteri) e nunca sabe as palavras. O guarda-costas por vez gosta de dar sugestões, prontamente rejeitadas por David que ameaça toda hora se abandonar. Ainda tem de enfrentar problemas com a grande estrela mas em crise Helen Sinclair (Diane) e o astro principal que está ficando muito gordo Julian Marx (Jack Warden).&lt;br /&gt;	David é um idealista e intelectual, mas que quer ser reconhecido ainda em sua vida ao contrário de outros gênios que ele conhece e convive. Culpa o fracasso de suas peças aos diretores que estragaram o material e diz que finalmente agora pode ter um sucesso, pois irá dirigir também. Mas as coisas não vão como planejado.&lt;br /&gt;O filme flui muito bem e é um dos melhores de Allen da década. Wiest e Cusack são os melhores atores do filme em um raro exemplo de um Allen sem Allen. A trilha sonora recheada de jazz da época é muito bem escolhida como em todos os filmes do Allen. Direção de Arte e Fotografia também são eficientes. Filme muito bem realizado do mestre da comédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img           src="http://www.erudito.blogger.com.br/QuatroEstrela5.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Bullets Over Broadway, 1994, EUA) de Woody Allen&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109328754652268419?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109328754652268419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109328754652268419' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109328754652268419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109328754652268419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/tiros-na-broadway.html' title='TIROS NA BROADWAY'/><author><name>Mateus Nagime</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03251096980006631785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109320315967784228</id><published>2004-08-22T16:31:00.000-03:00</published><updated>2004-08-22T16:32:39.676-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ae ô rapaziada, &lt;a href="http://eruditolog.blogspot.com"&gt;erudito&lt;/a&gt; mudou de lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109320315967784228?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109320315967784228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109320315967784228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109320315967784228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109320315967784228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/ae-rapaziada-erudito-mudou-de-lugar.html' title=''/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109312984055777140</id><published>2004-08-21T20:10:00.000-03:00</published><updated>2004-08-21T20:10:40.556-03:00</updated><title type='text'>Hitchcock/Truffaut</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/254560.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Obrigatório para qualquer cinéfilo que se preze.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109312984055777140?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109312984055777140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109312984055777140' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109312984055777140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109312984055777140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/hitchcocktruffaut.html' title='Hitchcock/Truffaut'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109277672245343825</id><published>2004-08-17T18:01:00.000-03:00</published><updated>2004-08-17T18:06:20.563-03:00</updated><title type='text'>Era uma vez na América</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.amerika.blogger.com.br/era-uma-vez-na-america-poster01t.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Leone é mais conhecido por seus "spaghetti westerns", os filmes de faroeste rodados na Itália (principalmente com Clint Eastwood). Quando foi lançado, o filme foi um grande fracasso (de crítica e público), já que foi remontado pelos americanos e deixado numa versão de 139 min (dos 227 verdadeiros!). Os anos se passaram e a obra foi ganhando seu devido valor tanto com o público e com a crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, foi o primeiro dvd lançado no Brasil (tudo padrão; som, imagem, legenda, dividido em 2 lados do disco), a obra de Leone retrata a máfia judia como nenhuma outra jamais tratou (tanto que é um dos poucos filmes sobre o tema) e uma das obras mais belas que já vi em minha vida. Elenco excepcional (Robert De Niro, James Woods), a direção de Leone, a trilha inesquecível de Ennio Morricone (quem não se lembra do tema Amapola?), a história de crime, amizade e traição? Impossível não se lembrar, não se emocionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E talvez o maior mérito do filme não esteja no roteiro, trilha, elenco e sim no seu diretor. O filme não cansa nunca ao longo de suas 3 horas e 40 minutos, é emocionante, vibrante, cheios de cenas antológicas (a troca de bebês? o menino e o doce?) e uma narrativa que te prende, te gruda na cadeira. Se isso não for o maior mérito, então não sei qual é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, as atuações de todo o elenco são excelentes, indiscutíveis (principalmente de James Woods, possivelmente o ator mais subestimado das últimas décadas) e todos os personagens entraram para a história. A trilha de Morricone que, apesar de não ser seu &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0060196/"&gt;melhor trabalho&lt;/a&gt;, mas está ali ó, muito bem executada, orquestrada, ou seja: o trabalho habitual do mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cobrindo cinco décadas de crime, através dos olhos do personagem de Robert De Niro, Noodles, o filme mostra um panorama da América dos anos 20, 30, 40, 50 e 60 e o final, desnorteador, é quase que uma questão a todo aquilo que se viu na tela? É tudo um sonho de um drogado? Ou o caminhão seria a representação do que a vida de Noodles se tornou, uma reviravolta, um verdadeiro lixo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vi Era uma Vez na América de madrugada, mais ou menos 1 hora da manhã. É clichê dizer que eu não consegui desgrudar os olhos da tela, e fiquei até as 4 e porrada vendo a epopéia de Leone, mas a verdade é que o filme foi revelador pra mim. Revelou que o cinema está além de ser o conto de fadas das comédias românticas, está além de ser o mundo de fantasia dos super heróis, está muito além de tudo isso que se vê nos filmes convencionais. Por que se Era uma vez na América fosse um filme convencional, dai não teria a menor graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/CincoEstrela5.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;i&gt;Once upon a time in America, Sergio Leone, EUA, 1984&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109277672245343825?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109277672245343825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109277672245343825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109277672245343825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109277672245343825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/era-uma-vez-na-amrica.html' title='Era uma vez na América'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-1092526684478020</id><published>2004-08-14T20:21:00.000-03:00</published><updated>2004-08-14T20:48:51.546-03:00</updated><title type='text'>O DIA DEPOIS DE AMANHÃ</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/dayaftertomorrow.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;b&gt;“O Dia Depois de Amanhã”&lt;/b&gt; é um daqueles filmes típicos da safra de verão hollywoodiana. Elenco (semi)estrelar, história lotada de clichês, com o eterno pai-muito-ocupado-com-o-trabalho-que-tenta-reconquistar-o-amor-do-filho e efeitos especiais muito bem feitos. Mas este ao contrário dos esforços anteriores do diretor Roland Emmerich, “Godzilla” e “Independence Day” consegue ter seus momentos bons e empolga o espectador além de tratar de um assunto sério nos tempos atuais: os problemas do aquecimento global que vem sendo ignorados pelas nações em razão de prejuízo às suas respectivas economias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O filme começa com o climatologista interpretado pelo veterano canastrão Dennis Quaid, explicando em uma conferência da ONU sobre o meio ambiente em Nova Delhi os efeitos do aquecimento global sobre as correntes marítimas como conseqüência do descongelamento das calotas polares e do aumento da quantidade de águas doces e geladas no oceano. Acontece que depois descobrimos que na cidade indiana está nevando, um fato muito incomum. Já é um dos sinais dos efeitos apontados pelo cientista. Mas só que enquanto ele previa que o começo do desastre demoraria anos para começar, as alterações climáticas chegam em questão de horas. Tudo muito rápido. Este é o problema. Segundo cientistas, apesar de toda a trama do filme parecer bem inverossímel, isso poderá acontecer na Terra um dia só que daqui a séculos e não tão rápido como no filme, porém isso é perdoável para que a ação do filme se desenvolva e prenda a atenção do espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Como em todos filmes do “destruidor” Emmerich, a Terra é destruída de formas espetaculares com efeitos especiais mirabolantes apesar de só vermos a catástrofe ocorrer nos EUA, mesmo que mostrem algumas rápidas cenas de eventos semelhantes acontecerem na Escócia, Índia e Japão. A primeira grande cena de ação do filme acontece em Los Angeles, em que enormes tornados destroem a terra de Hollywood. Como sempre o diretor confere detalhes “engraçadinhos” como o cidadão querendo tirar fotos enquanto o tornado se aproxima. Esta cena é incrível e já antecipa o tom do filme: Destruição à total vapor. A cidade seguinte é a preferida de velhos tempos do diretor que já a destruiu em vários de seus filmes anteriores. A Grande Maçã agora é alvo de uma enorme corrente de ondas. O filho do personagem de Quaid, Sam, interpretado por Jake Gylenhall está justamente em New York e está tentando fugir com um grupo de amigos tem que se refugiar na Biblioteca Pública da cidade com uma turba enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/dia depois 1 pq.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Lá ocorrem todos os tipos de clichês como o garoto-que-está-certo-mas-ninguém-ouve até o garoto-que-ama-a-garota-mas-não-sabe-como-se-aproximar-dela. Ou seja, todos os momentos em que o filme para e se concentra nos personagens vira um desastre: Eles são rasos, completamente desinteressantes e algumas situações beiram o ridículo, como o navio e a viagem de Dennis Quaid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A melhor parte do filme é sem dúvida os momentos em que o filme traz algo político em suas cenas. Desde a incrível semelhança do vice-presidente americano do filme com o Dick Chaney tanto no aspecto físico como de personalidade, o presidente americano manipulado por assessores e principalmente por seu vice e a crítica ao país não ter assinado o Tratado de Kyoto, fundamental para a preservação do meio-ambiente que só agora, no segundo semestre de 2004 entrou em vigor com a entrada da Rússia. Mas certamente o mais interessante foram as brincadeiras com a inversão geopolítica, da hegemonia do norte sobre o sul. Também tem o empregado hispânico que se salva enquanto trabalhava num corredor de um prédio em Los Angeles. Só os escritórios foram destruídos por serem lugares com janelas.É interessante ver que ao contrário de Independence Day, o presidente americano deixa de ser o herói para ser o vilão. Este filme apesar de atuações fracas, buracos e clichês consegue entreter e muito bem. Lembra os velhos filmes-desastres dos anos 70 como “Inferno na Torre”. Além de passar uma boa mensagem, sem o tédio todo de “Acquaria”, que tem um tema parecido, e para o público principal: Os norte-americanos, maiores poluidores do planeta. Agora, que esta mensagem poderia ser usada de forma melhor sem tanta pirotecnia poderia sim. Até teria um resultado muito melhor. Mas aí não seria um filme de Emmerich, o Irwin Allen de nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.cinemagia.blogger.com.br/dia depois 2 pq.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/TresEstrelas5.gif"&gt; &lt;br /&gt;           (The Day After Tomorrow, Roland Emmerich, 2004, EUA)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-1092526684478020?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/1092526684478020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=1092526684478020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/1092526684478020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/1092526684478020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/o-dia-depois-de-amanh.html' title='O DIA DEPOIS DE AMANHÃ'/><author><name>Mateus Nagime</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03251096980006631785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109192153619029080</id><published>2004-08-07T20:28:00.000-03:00</published><updated>2004-08-08T02:33:14.963-03:00</updated><title type='text'>The Doors</title><content type='html'>Primeiro post... eita, hehehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/AnOliverStoneFilmdvd.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reza a lenda que o "The Doors" fou concebido na praia de Venice, quando Jim Morrison lia para seu amigo, e colega de faculdade, Ray Manzarek um trecho de "Moonlight Drives". Após te-la ouvido, Manzarek ficou emudecido com a capacidade de Morrison para compôr letras (que, segundo o cantor, eram formas de expressar a poema) e, ali no meio da areia e do mar, surgia o "The Doors".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"You know that it would be untrue&lt;br /&gt;You know that I would be a liar&lt;br /&gt;If I was to say to you&lt;br /&gt;Girl, we couldn't get much higher"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conduzida com inegável fidelidade e tesão por Oliver Stone, "The Doors" chega a ultrapassar os limites de uma simples biografia para se tornar um retrato do que era, um retrato da realidade. Desde a reconstituição de época (impecável) as interpretações excelente, "The Doors" é um desses filmes que você sabe que tem erros, você sabe que tem falhas, mas mesmo assim o adora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"You know the day destroys the nigh&lt;br /&gt;Night divides the day&lt;br /&gt;Tried to run&lt;br /&gt;Tried to hide"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formada em meados de 1967, a banda "The Doors" (nome recebido devido a um poema de Willian Blake*) era formada por 4 integrantes: Jim Morrison (Val Kilmer), Ray Manzarek (Kyle MacLachlan), John Densmore (Kevin Dillon) e Robert Krieger (Frank Whaley) a banda subiu rapidamente de status de "trupe de boteco" a "fenômeno musical". Shows marcados pela excêntricidade de Jim e canções esfuziantes que iam na direção contrária do "american way of life" apontando para o lado da revolta, do caos. Com uma vida marcada por excessos, Jim viria a falecer em julho de 71 e o "The Doors" (após alguma tentativas de seguir em frente) chegaria ao seu fim.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/morrisontumulo.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;"This is the end, beautiful friend&lt;br /&gt;This is the end, my only friend, the end&lt;br /&gt;Of our elaborate plans, the end&lt;br /&gt;Of everything that stands, the end"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigido com um certo cheiro de substâncias ilegais por Stone (Stoned?) e contando com interpretações magníficas do elenco, o filme acaba caindo no mesma armadilha que pegou o recente "Cazuza - O Tempo não Pára": mostra o protagonista como um ser que sempre respondia tudo em ar de poesia, sabiedade (no caso de Morrison as frases que saem da boca do cantor falam mais sobre suícidio do que qualquer outra coisa). Felizmente, essa armadilha empesteia mais a parte final do filme, com Morrison visualmente acabado pelas drogas e pelas bebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Let's swim to the moon, uh huh&lt;br /&gt;Let's climb through the tide&lt;br /&gt;Penetrate the evenin' that the&lt;br /&gt;City sleeps to hide"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem se sobressai sobre todos os defeitos, sobre todas as qualidades é Val Kilmer. O ator faz uma interpretação visceral, entrega-se ao seu personagem, tanto em forma física quanto aos gestos, Kilmer por 2 horas e 10 minutos É Jim Morrison. Destaque para Meg Ryan fazendo a namorada de Morrison, bastante acima da média e para a caracterização perfeita de Kyle MacLachlan como o tecladista Ray Manzareck. Atenção para as participações especiais de Billy Idol e Crispin Glover, o último fazendo o famoso fotógrafio Andy Worhol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Well, the clock says it's time to close now&lt;br /&gt;I guess I'd better go now&lt;br /&gt;I'd really like to stay here all night&lt;br /&gt;The cars crawl past all stuffed with eyes"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa interessante (e muito bem feita, diga-se de passagem) é a reprodução dos shows da banda. De veracidade incrível, Stone transporta o espectador para dentro do palco (mérito que também mereçe ser divido com Kilmer e sua impecável atuação), que não passa de uma grande algarraza regada a som alto, fumo e fogueiras. Está lá também o famoso show em que Morrison mostrou (ou não?) o seu pênis para a platéia. Até hoje ninguém realmente soube se ele mostrou ou não o orgão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Time to live&lt;br /&gt;Time to lie&lt;br /&gt;Time to laugh&lt;br /&gt;Time to die"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra cena muito boa é de quando a banda ensaia suas primeiras músicas, e surge do bolso de Densmore a letra do clássico "Light My Fire". Toda a passagem de Morrison cantando até Manzarek compondo o ritmo no piano é antológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Wha, yeah!&lt;br /&gt;C'mon, yeah&lt;br /&gt;Yeah, c'mon, yeah&lt;br /&gt;Yeah, c'mon"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora, composta praticamente com músicas da banda, parece seguir o ritmo do filme. A cada passagem, uma música do grupo faz questão de interpreta-la, torna-la música. Genial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Unhappy girl&lt;br /&gt;Left all alone&lt;br /&gt;Playing solitaire&lt;br /&gt;Playing warden to your soul"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionando como um, excelente, panorama de toda uma geração, "The Doors" é um filme que não mereçe passar despercebido.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/doorsbanda.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cotação: &lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/QuatroEstrela5.gif" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;(&lt;i&gt;The Doors, Oliver Stone(d), EUA, 91&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*O poema de Willian Blake:&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;Se as portas da percepção forem abertas, as coisas surgirão como realmente são, infinitas...&lt;/i&gt;"&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109192153619029080?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109192153619029080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109192153619029080' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109192153619029080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109192153619029080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/doors.html' title='The Doors'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7883532.post-109185339055345706</id><published>2004-08-07T01:35:00.000-03:00</published><updated>2004-08-07T01:36:30.553-03:00</updated><title type='text'>The good, the bad and the ugly</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.erudito.blogger.com.br/3-homens-em-conflito-poster03.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Obra prima máxima do mestre Leone.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7883532-109185339055345706?l=trescinefilosemconflito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/feeds/109185339055345706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7883532&amp;postID=109185339055345706' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109185339055345706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7883532/posts/default/109185339055345706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trescinefilosemconflito.blogspot.com/2004/08/good-bad-and-ugly.html' title='The good, the bad and the ugly'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12678938793878854090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
